Léo Furtado

Diagnóstico e Orientação Estratégica

Data do encontro4 de agosto de 2026

Sessão conduzida por Ana Eliza e Camila

O que você trouxe para a sessão

Você chegou com a entrega da agência organizada e com a sensação de que a parte que traz cliente novo não acompanhava. Este é o seu ponto de partida, com as suas palavras.

O pedido: comunicar e destravar o conteúdo

Na abertura da call, o pedido foi "encontrar uma maneira de comunicar" e destravar a produção de conteúdo, que você descreveu como "super freado", para o conteúdo virar canal de vendas.

No formulário você foi mais duro

Três semanas antes da sessão, você escreveu:

  • "O comercial e o marketing (posicionamento) estão escorrendo pelas minhas mãos, a entrega está muito mais organizada."
  • Seu perfil não vende para quem não te conhece.
  • "Não acredito que temos uma promessa."
  • Você não consegue olhar para o próprio perfil como um negócio e criar ideias que dão certo, como faz para os outros.

A meta e os dois clientes ideais

PontoO que você declarou
Faturamento na épocaAcima de R$ 50 mil por mês
MetaR$ 80 mil por mês, preparando R$ 100 mil no ano seguinte
Ticket que você quer atrairR$ 4 a 6 mil por mês
Infoprodutor que já vende e já anunciaPaga de R$ 3 mil a R$ 10 mil, fica em média 2 anos
Negócio local e prestador de serviçoA partir de R$ 2 mil, fica de 6 meses a 1 ano

As duas últimas linhas são os clientes ideais que você declarou. O primeiro chega marcado por agências que só prometeram.

A agência capta pelo perfil da Antoniele

A Norg é sua e da Antoniele, sua sócia, e os clientes chegam principalmente por indicação. O tráfego da agência roda no perfil dela, que já produz conteúdo.

O ponto fraco que volta mais à frente

Você contou que a agência analisa o ângulo de comunicação, a oferta e a jornada do cliente, sem entregar página nem criativo. E colocou isso na lista de pontos fracos.

A primeira orientação: concentrar e escolher

Nos primeiros vinte e poucos minutos a conversa seguiu um caminho diferente do plano final.

Um perfil só como fonte de captação

A primeira orientação foi concentrar a captação num perfil só, como escolha de destino de energia. Você confirmou que o tráfego da agência já roda inteiro no perfil da Antoniele.

Se os dois sócios produzem conteúdo, que não concorram entre si. Cada um fala com um perfil de cliente.

Você trava por excesso de possibilidades

O diagnóstico do travamento foi este: existem muitas possibilidades para você trabalhar. Infoprodutor, e-commerce, negócio local: o tráfego resolve todos, e a comunicação fica pulverizada.

A escolha vale só para a vitrine

A escolha vale para a vitrine de comunicação. Quem aparece fora do recorte continua podendo ser atendido.

O recorte já estava indicado no formulário: o seu primeiro cliente ideal estava descrito com muito mais riqueza que o segundo.

A hipótese testada: o mais fácil de vender

A hipótese testada em voz alta foi ir pelo cliente mais fácil de vender. O negócio local sofre menos bombardeio de concorrentes e nem conhece os grandes nomes do tráfego, e você poderia nichar pelo tipo de negócio.

A sua resposta derrubou a hipótese

O mercado de negócio local nicha por segmento, só médico, só nutricionista, só academia, e isso é uma aposta. Você já tinha feito a sua, um mês de prospecção ativa com veterinários:

  • vários nãos;
  • um processo de que você não gostou;
  • um nicho que ainda precisava ser convencido a anunciar.

O que ficou de pé e o que saiu

Você contou que não enxergava um público mais fácil e que o seu perfil estava "aleatoriamente", falando do que você tinha vontade.

Concentrar e escolher um público ficou de pé. O negócio local como aposta de vitrine saiu de cena.

Onde a ligação virou

Depois da sua resposta, a conversa parou de procurar um público novo e passou a olhar para o que você já faz. Foram quatro viradas, nesta ordem.

O conteúdo sai das reuniões

O caminho é parar de criar conteúdo e replicar trechos das reuniões com clientes. A pergunta que abriu isso: se o Claude lesse todas as suas transcrições e gerasse um índice dos vinte assuntos mais frequentes, o que apareceria?

Você respondeu: alteração de página, de comunicação, "coisas que estão fora do tráfego". A matéria-prima já existe, transcrita no seu Drive, e você deixa de depender de ter ideias para o próprio perfil.

O receio de falar com gestor

Seu receio na hora foi "será que eu não vou estar conversando com muito gestor?". A quarta virada resolve esse ponto.

Você tem promessa e nunca tinha verbalizado

As respostas do seu formulário, juntas, formam a promessa: faz o cliente vender, escalar, detecta problema, resolve com dados, olha além do tráfego, encontra gargalos. Em uma frase: descubro exatamente o que está impedindo a sua operação de vender mais e corrijo os gargalos usando os dados.

Cada pedaço dessa frase estava escrito por você. Com ela, bio, destaques e conversa comercial deixam de esperar por uma promessa que você achava que não tinha.

A base que você já atendeu

No programa do Victor Damásio você faz de 15 a 16 reuniões de diagnóstico por mês e nelas nunca fala sobre tráfego: olha página, produto, o que a pessoa resolve na vida do cliente dela. Todas poderiam ser clientes. No acumulado, uma virou.

Você não precisa falar com ninguém novo. Nos seis meses anteriores à sessão foram mais de 100 pessoas, e o plano quer 10 delas.

Por que só uma virou cliente

Os motivos que você deu são reais: gente no início, a orientação de vender primeiro no orgânico, falta de dinheiro. Existe mais um, que depende só de você.

Essas pessoas passam a te seguir depois da reunião e não encontram no seu perfil o que ouviram na call.

O conteúdo fala acima do nível da reunião

Na reunião você dá um passo para trás e pergunta o que a pessoa resolve. No conteúdo você fala para quem está vários passos à frente. Essa é a dissonância de nível de consciência.

O Instagram passa a ser a continuidade da reunião. Você avisou que pretende sair do programa, e a ideia se mantém: quem você já atendeu continua lá.

O tráfego como elemento oculto

Para não atrair gestor, o conteúdo fala do que importa para o infoprodutor e deixa o tráfego como um ponto a ser descoberto. A pessoa busca o Léo, o especialista, para orientá-la no que precisar, e o tráfego é uma das coisas.

Ali mesmo você tirou "gestor de tráfego" da bio e escreveu "estrategista de infoprodutos".

O incômodo de achar tudo isso "muito guru"

Você disse que essa linha soava muito guru, muito marketeiro, muito ChatGPT. Você acha óbvio porque convive com os grandes do mercado. Para o seu cliente, tudo isso ainda é novidade.

O que ficou amarrado

Posicionamento

Seu perfil fala com o infoprodutor que já vende, já anuncia e não sabe onde está o gargalo, e promete encontrar esse gargalo e corrigir com dados.

Perfil

Bio, destaques e link passam a dizer isso a quem chega depois de uma reunião com você, e o que está velho sai.

Conteúdo

A pauta vem das transcrições das suas reuniões, contada com contexto para o dono do negócio se reconhecer.

Comercial

Antes de buscar gente nova, você volta a quem já fez diagnóstico com você, por check-in e por conversa no Instagram.

O objetivo que este plano serve

Tudo o que está nesta página existe para uma coisa: fazer a Norg vender para quem ainda não conhece vocês, com você falando do seu jeito e sem depender de indicação.

De onde você sai e para onde vai

HojePara onde vamos
Faturamento acima de R$ 50 mil por mês, sustentado por indicação e por relacionamentoR$ 80 mil por mês, preparando R$ 100 mil por mês no ano seguinte
Perfil que não vende para quem não conhece vocêPerfil que continua a conversa das suas reuniões e traz infoprodutor qualificado
"Não acredito que temos uma promessa"Uma promessa dita com as suas palavras, repetida em tudo
Produção de conteúdo travadaConteúdo que sai pronto das reuniões que você já faz
Clientes de todos os tipos na vitrineInfoprodutores no ticket de R$ 4 a 6 mil, que ficam por anos

A promessa que amarra o plano

Descobrir exatamente o que está impedindo a operação do cliente de vender mais e corrigir os gargalos usando os dados. Ela saiu das suas próprias respostas no formulário e orienta o posicionamento, o perfil, o conteúdo e a forma de abordar as pessoas.

Como usar esta página

Leia a história da sessão uma vez, para lembrar por que o plano é este. Depois use os capítulos como consulta e marque as tarefas no plano de ação, no fim.

Posicionamento: o especialista que encontra o gargalo

O posicionamento fechado na sessão coloca no centro o que você listou como ponto fraco: direcionar o que está fora do tráfego. Aqui fica para quem você fala, o que promete e quem entra.

Seu perfil fala com o infoprodutor que já vende

Ele já vende, já anuncia e não sabe onde está o gargalo. É o cliente que você descreveu melhor, que paga mais e que fica mais tempo.

O negócio local sai da vitrine e segue atendido

Ele continua chegando por indicação e continua sendo atendido. Você só deixa de produzir conteúdo pensando nele.

A promessa, nas duas versões

A primeira serve para bio, destaques e apresentação do serviço. A segunda abre conteúdo e conversa.

  • Descubro exatamente o que está impedindo a sua operação de vender mais e corrijo os gargalos usando os dados.
  • Seu problema provavelmente não é o tráfego. Nós te mostramos onde ele realmente está.

Dita por um gestor de tráfego, ela cria curiosidade

Quem vende tráfego e afirma que o problema está em outro lugar fala contra o próprio interesse aparente. Isso pesa para um cliente marcado por agências que só prometeram.

As credenciais ficam como prova

Líder técnico na Subido Pro, os selos e o trabalho no programa do Damásio ficam no perfil, dentro do destaque que conta quem você é.

Saem do centro por um motivo prático: se um dia você deixar de estar lá, o posicionamento não pode ir embora junto.

A divisão de território com a Antoniele

O tráfego da agência segue no perfil dela, que fala de low ticket e lançamento. O seu fica com o diagnóstico: onde a operação do infoprodutor perde venda e o que corrigir.

Os dois falam com infoprodutor por portas diferentes, sem concorrer em conteúdo.

Critérios explícitos de quem você atende

O princípio é dizer explicitamente a faixa de produto e a verba que o cliente precisa ter para investir pelos próximos 12 meses. A referência usada na sessão foi o story de um mentor de afiliados que exigia 100 mil seguidores e R$ 5 mil para investir por 10 meses.

O critério afasta o forasteiro e quem quer algo pontual. Os valores são decisão sua.

As perguntas que fixam os seus critérios

Responda num documento seu

  • Qual verba mensal de mídia o cliente precisa ter para que a sua mensalidade de R$ 4 a 6 mil faça sentido para ele?Comece assim: os clientes que hoje me pagam nessa faixa investem a partir de...
  • Por quantos meses ele precisa sustentar essa verba, mesmo com um mês ruim no meio?Comece assim: meus clientes ficam em média dois anos, então o mínimo que eu peço é...
  • Que faixa de produto e que estágio de operação você atende?Comece assim: já vende, já anuncia, e o produto principal custa de... a...
  • Quem você não atende, mesmo com dinheiro na mão?Comece assim: quem ainda não validou a oferta, quem quer um ajuste pontual...

Quem te procura passa a ser o dono da operação

Apresentado como gestor de tráfego, você é comparado com outros gestores, e o seu conteúdo interessa a quem quer aprender tráfego. Como estrategista de infoprodutos, quem te procura é o dono da operação com um problema de venda, e o tráfego entra como uma das frentes do seu trabalho.

O ticket de R$ 4 a 6 mil ganha sustentação

No formulário você contou que já cobrou de R$ 7 mil a R$ 10 mil por mês para entrar toda semana com o time do cliente e dizer o que mudar em oferta, página, criativo e estrutura. É esse trabalho que o perfil passa a mostrar.

O perfil arrumado e os textos prontos

Quem sai de uma reunião de diagnóstico com você e abre o seu Instagram precisa encontrar a mesma conversa. Este capítulo traz o que muda no perfil, os textos para colar e os roteiros dos dois destaques que contam quem você é e como você ajuda.

Ajustes do perfil e o motivo de cada um

Revisão feita ao vivo na sessão, com o porquê de cada ajuste.

O que mudaPor quê
Bio com "estrategista de infoprodutos" no lugar de "gestor de tráfego"Marketing atrai outros marketeiros. Com "gestor de tráfego" no centro, quem chega é gestor querendo aprender.
Credenciais (líder técnico na Subido Pro, selos que você já exibe) dentro da bio, sem ser o centroDão peso, mas a bio não pode depender delas se um dia você não estiver mais lá.
Link da bio com uma coisa só: o formulário "Quer ser nosso cliente"Uma ação só. Quem está pronto clica.
"Conheça nosso serviço" vira link dentro do destaque "Como eu posso te ajudar"Continua acessível, sem competir com o formulário.
YouTube sai do link e vira post fixado (ou destaque)Você produz um vídeo por semana. Fixado, vira convite para quem ainda não quer a reunião.
@ da agência sai da bio e vai para um post fixado ou destaque que conta o trabalhoA agência aparece como consequência do trabalho que você mostra.
Destaque "Quem sou eu" de 2024 atualizado, com Damásio, Subido Pro e selosO atual está velho. É onde quem veio da reunião confirma que está no lugar certo.
Destaque novo "Como eu posso te ajudar"Diz para quem é, o que se olha primeiro, como é o trabalho e quem você atende.
Destaque de clientes e depoimentos refeito com contextoNúmero solto não diz quem era o cliente. Com contexto, o dono de negócio se reconhece.

O que sai do perfil

Vagas e lista antiga desmentem o perfil de hoje, e o link do curso ainda está no ar.

  • Curso de 2024, com o link que ainda funciona.
  • Vaga de gestor de tráfego.
  • Vaga de vendedor.
  • Lista de clientes desatualizada.

Três opções de bio

Todas cabem nos 150 caracteres do Instagram e deixam "gestor de tráfego" fora do centro.

Bio, opção A: a promessa direta

Estrategista de infoprodutos.
Descubro o que impede a sua operação de vender mais e corrijo com dados.
Líder técnico Subido Pro

Bio, opção B: o sintoma que o cliente reconhece

Estrategista de infoprodutos | Norg
Um mês vende bem, o outro não? Eu acho onde está o gargalo.
Formulário no link

Bio, opção C: credencial e promessa

Estrategista de infoprodutos
Líder técnico Subido Pro
Mostro onde sua operação perde venda e corrijo com dados

Destaque "Quem sou eu" em sete telas

Sete telas, todas com fato seu. Onde falta dado, o texto traz "(completar: ...)" dizendo o que entra.

Roteiro do destaque "Quem sou eu"

Tela 1
Léo Furtado. Estrategista de infoprodutos.
Sou sócio da Norg, agência de tráfego pago que nasceu da junção da minha agência com a da Nele, minha sócia.

Tela 2
Trabalho com infoprodutores que já vendem e já anunciam, mas têm mês bom, mês ruim e não sabem onde está o gargalo.

Tela 3
Como cheguei aqui: (completar: ano em que começou com tráfego, o que fazia antes e o primeiro tipo de cliente).

Tela 4
Sou líder técnico na Subido Pro, do Pedro Sobral. (completar: os selos que você tem e o ano de cada um).

Tela 5
Desde 2021 estou no programa do Victor Damásio. Faço as lives técnicas de tira-dúvidas e as reuniões de diagnóstico de 1 hora com os mentorados.

Tela 6
Nessas reuniões eu olho o tráfego da pessoa, mas quase nunca falo de tráfego. Falo de página, de produto e do que ela resolve na vida do cliente dela.

Tela 7
Toda semana publico um vídeo no YouTube sobre isso. E se você vende, anuncia e não sabe onde está o problema, o próximo destaque é para você.

A tela 5 tem prazo de validade

Você disse que pretende sair do programa do Damásio. Quando sair, passe para o passado: "de 2021 a (completar: ano de saída)".

Destaque "Como eu posso te ajudar" em sete telas

Este destaque diz para quem é o trabalho, a tese de que o problema quase nunca está na verba, na campanha ou no público, o que a agência olha primeiro e quem você atende.

Roteiro do destaque "Como eu posso te ajudar"

Tela 1
Atendo infoprodutores que já vendem e já anunciam.
Mês bom, mês ruim, e ninguém sabe dizer onde está o gargalo.

Tela 2
Quando a venda cai, quase todo mundo olha para a verba, para a campanha ou para o público.
Quase nunca é aí que está o problema.

Tela 3
A primeira coisa que a gente olha: a oferta, o ângulo de comunicação nos anúncios e na página, e a jornada de quem compra, do clique até o pagamento ou o cadastro.
A estrutura de campanha vem depois.

Tela 4
Na prática, é uma auditoria de todos os elementos que o tráfego precisa para funcionar. A gente mostra o que achou e o que precisa mudar.

Tela 5
O trabalho inclui estratégia de aquisição, operação do tráfego, relatórios semanais e mensais, suporte no WhatsApp e alinhamento mensal.
Oferta, página e criativo a gente direciona.

Tela 6
Para trabalhar junto, eu preciso de:
Produto com preço de R$ (completar: valor mínimo) a R$ (completar: valor máximo).
Verba de pelo menos R$ (completar: valor por mês) para investir nos próximos 12 meses.
É um trabalho de longo prazo. Quem procura algo pontual vai ficar melhor com outra pessoa.

Tela 7
Se você se encaixa, o formulário "Quer ser nosso cliente" está no link da bio.
Para ler mais sobre o serviço, o link está logo abaixo.

A tela 6 filtra

Com os critérios escritos, quem quer algo pontual desiste sozinho. Defina os valores num documento seu antes de publicar.

Story de contexto depois de cada atendimento

A cada atendimento, uma foto e um texto curto que mostra o trabalho invisível. Fala com quem já segue você, sem CTA, e depois pode virar reel ou criativo.

Modelo de story de contexto pós-atendimento

Hoje atendi [quem é: nicho e momento do negócio].
A pessoa veio buscar [o que queria resolver].
Eu mostrei [o que apareceu na página, na oferta ou nos dados].
A gente ajustou [o primeiro passo, o segundo e o terceiro].
Vou olhar de novo em [prazo].

Reconto de um depoimento que já está no destaque

Os números do destaque (meta de leads batida, mais de 100 mil leads dentro da qualificação, 30% de pesquisa respondida, 14% na live, 1.252 vendas e 71% de crescimento) ganham sentido quando o leitor sabe quem era o cliente.

Modelo de reconto de depoimento

[Quem era: o negócio e o que vendia].
O desafio era [o que não funcionava ou o que precisava crescer].
O que a gente fez: primeiro [ação], depois [ação], depois [ação].
Em [tempo], saiu de [ponto de partida] para [resultado].

Perguntas para dar contexto aos depoimentos

Responda por depoimento antes de recontar, para o texto sair com quem era, o desafio e o que foi feito.

Responda num documento seu

  • Para cada depoimento do destaque, quem era o cliente e o que ele vendia?Comece assim: o cliente das 1.252 vendas vendia [o quê], a R$ (completar: preço).
  • O que foi feito, em ordem, e em quanto tempo veio o resultado?Comece assim: primeiro mexemos na página, depois no ângulo do anúncio.
  • O cliente autorizou aparecer com nome, ou o texto sai só com o nicho?Comece assim: mandei mensagem pedindo autorização e ele respondeu em tal data.

Post fixado sobre o trabalho da agência

Este post ocupa o lugar do @ da agência na bio.

Texto do post fixado da agência

A Norg é uma agência que olha para o que impede a venda antes de mexer na campanha.

Eu e a Nele analisamos o ângulo de comunicação, a oferta e a jornada do cliente: página, formulário, o caminho até comprar. É aí que a gente encontra a maior parte dos problemas.

Depois entra o tráfego, com estratégia de aquisição, operação, relatórios e suporte no WhatsApp. Tudo é decidido com dado, sem achismo.

Atendemos infoprodutores que já vendem e já anunciam, e também negócios locais que chegam por indicação.

A agência está em @oficialnorg e o formulário para ser cliente está no link da minha bio.

Post fixado do YouTube

Texto do post fixado do YouTube

Toda semana publico um vídeo no YouTube sobre o que vejo nas reuniões de diagnóstico com infoprodutores.

Esta semana: (completar: tema do vídeo da semana).

Link: (completar: link do canal ou do vídeo).

Quem é o infoprodutor que você quer atrair

Este capítulo fixa o cliente final do seu perfil: o infoprodutor que já vende, já anuncia e não sabe onde está o gargalo. Ele descreve onde essa pessoa está quando chega até você e onde quer chegar, e separa esse cliente do mentorado em início de jornada que aparece nas suas reuniões de diagnóstico.

Ponto A e Ponto B do infoprodutor que já vende

O cliente é quem você descreveu no formulário: vende curso, mentoria, low ticket ou consultoria, em lançamento ou perpétuo. Tem operação rodando, investe em anúncio, já contratou agência ou gestor e chega marcado por quem prometeu e não entregou. Paga de R$ 3 mil a R$ 10 mil por mês e fica, em média, dois anos com você.

Ponto A: quando ele chegaPonto B: onde quer chegar
Um mês vende bem e o seguinte cai, sem explicação que ele consiga defender.Faturamento previsível. Sabe por que um mês foi bom e o que repetir no próximo.
Olha o painel de anúncios (CPL, CTR, ROAS) e acha que o gargalo está na campanha.Enxerga a aquisição inteira, da oferta ao comercial, e sabe em qual etapa perde gente.
Já trocou de agência ou gestor e saiu desconfiado de qualquer promessa.Contrata alguém que combina o que entrega: detectar os problemas e resolver com base nos dados.
Tem muito lead e pouca venda, ou lead barato que o comercial não consegue aproveitar.Lead qualificado e agenda comercial cheia de gente que se enquadra no produto.
A página recebe visita e ninguém compra. Já trocou título e copy sem saber se o problema era esse.Página que diz o que o produto resolve, ajustada com critério e medida a cada mudança.
Cada lançamento recomeça do zero porque criativos, copies e páginas anteriores estão espalhados.Material organizado, e o lançamento seguinte parte do que funcionou no anterior.
Gasta mais do que ganha e já pensa em desistir de anunciar.Investe com margem conhecida e escala o que se paga.
Decide por intuição e pela última dica que ouviu no grupo.Decide com dados e com alguém que olha além do tráfego.

A transformação que ele busca

Em uma frase: ele passa de "meu problema deve ser o tráfego" para "sei onde está o problema e ele está sendo corrigido". Continua vendendo o mesmo produto, e muda o que enxerga.

Oferta, página, abertura do criativo, comercial e lançamento passam a ser lidos como um sistema só. Essa é a promessa que a sessão fechou: descobrir o que impede a operação de vender mais e corrigir os gargalos usando os dados.

O segundo grupo: o mentorado em início de jornada

Nas suas reuniões de diagnóstico passam 15 a 16 pessoas por mês. Muitas estão no começo: vendem o meio (o método, o "posicionamento") e não o que resolve na vida do cliente, usam o formulário na bio como porta de venda e ainda não têm estrutura para tráfego direto.

Algumas não têm verba. Depois da reunião, elas passam a seguir seu Instagram.

A diferença de estágio entre os dois grupos

  • O infoprodutor-alvo tem operação, verba e cicatriz de agência, e o gargalo dele está escondido.
  • O mentorado em início ainda monta a base que o tráfego amplificaria, e o gargalo dele aparece na reunião sem precisar de painel.
  • O primeiro é o cliente do seu serviço hoje.
  • O segundo é audiência que já conhece você e pode chegar a esse estágio mais adiante.

Por que o conteúdo precisa dar um passo para trás

Conteúdo sobre hook rate, estrutura de campanha ou evento de conversão afasta o mentorado, que não tem repertório para isso, e atrai o gestor de tráfego, que quer aprender.

Conteúdo sobre o que a pessoa vive (o mês que oscila, a página que não vende, o lançamento que recomeça do zero) fala com os dois, porque é assunto de dono de negócio. O gestor assiste e não leva nada, e o tráfego fica como um ponto a ser descoberto.

As camadas do infoprodutor que você atrai

Este é um mapa de partida: o que veio da sessão e do formulário está no capítulo anterior, e o que está aqui é leitura de mercado coerente com a sua descrição. Corrija com o que você ouve nas reuniões, e onde o mapa divergir vale a frase do seu cliente.

Identidade: quem é essa pessoa antes de ser "infoprodutor"

  • Tem entre 30 e 45 anos e veio de outra profissão (professor, nutricionista, advogado, engenheiro, psicólogo). Virou produtor de conteúdo sobre aquilo que dominava.
  • Abre o checkout antes de levantar da cama, às 6h40, para ver as vendas de ontem. O humor do dia depende desse número.
  • Se vê como especialista no assunto dele e amador em marketing. Diz "sou bom no conteúdo, não entendo de número".
  • Vive com cinco ou seis abas abertas: gerenciador de anúncios, checkout, plataforma do curso, planilha, WhatsApp.
  • Atualiza o painel de vendas dezenas de vezes por dia em semana de lançamento.
  • Já comprou vários cursos e mentorias de marketing. Tem aulas assistidas pela metade guardadas.
  • Usa os termos que aprendeu (funil, oferta, CPL, ROAS) e mistura os conceitos sem perceber.
  • Tem equipe pequena: um editor, um assistente, um comercial. Às vezes o comercial é ele.
  • Responde mensagens de cliente à noite, depois que a casa dorme.
  • Tem sócio ou cônjuge que vê o extrato no fim do mês, e a conversa sobre o mês pesa em casa.
  • Desconfia de quem fala bonito. Já ouviu "vamos dobrar seu faturamento" mais de uma vez.
  • Entra no perfil de outros infoprodutores e conclui que todo mundo vende mais que ele.
  • Refaz a página de vendas à noite, troca título e imagem e não mede o efeito de cada troca.
  • Pede indicação de gestor e agência em grupos de WhatsApp de infoprodutores e contrata por recomendação de colega.
  • Lê o relatório mensal da agência indo direto à última linha: quanto investiu e quanto vendeu.

Medos profundos

  • Contratar o terceiro gestor em dois anos e ouvir, na primeira reunião, o mesmo discurso dos anteriores.
  • Descobrir que o problema era o produto depois de gastar 12 meses de verba. Cenário: domingo à noite, lendo os comentários de quem pediu reembolso.
  • Fechar o mês com investimento em anúncio maior que o faturamento e o sócio perguntando por quê.
  • Chegar à terceira noite de carrinho aberto com 11 vendas e decidir, na frente da audiência, se encerra ou continua.
  • Parecer incompetente para quem o seguia e comprou dele. Cenário: um aluno publica que o curso não entregou.
  • Ter a conta de anúncios suspensa numa sexta à noite, com lançamento marcado para segunda.
  • Depender de uma única pessoa que entende a conta. Se o gestor sair, ninguém sabe o que estava funcionando.
  • Ser enganado por relatório bonito: dashboard verde e conta bancária vazia.
  • Ter que cortar o editor ou o comercial porque o mês caiu.
  • Ver um concorrente com produto pior vender mais e não saber explicar a diferença.
  • Lotar o comercial com gente que não se enquadra e conviver com reembolso e desgaste.
  • Descobrir que a renda inteira depende do próximo lançamento e que, sem lançamento, o caixa acaba.

Sonhos secretos

  • Um mês de faturamento que ele consegue explicar antes de acontecer.
  • Abrir o painel numa segunda de manhã e saber em um minuto qual etapa está perdendo gente.
  • Agenda comercial em que 8 de cada 10 atendimentos se enquadram.
  • Um perpétuo rodando que paga a equipe sem depender do próximo lançamento.
  • Passar um fim de semana com o celular desligado e ver as vendas continuarem.
  • Lançamento em que as vendas do primeiro dia cobrem o investimento em anúncio.
  • Um parceiro que fala a verdade, inclusive "o problema está na sua oferta".
  • Cobrar mais caro pelo mesmo produto porque a página mostra o valor que ele entrega.
  • Contratar o segundo editor e um comercial dedicado sem medo do mês seguinte.
  • Ser convidado para falar no evento do nicho dele.
  • Mostrar para a família o extrato do primeiro mês de seis dígitos.
  • Ter uma biblioteca com os criativos, copies e páginas do que funcionou, pronta para o próximo lançamento.

Mecanismos causais de aquisição

Cada mecanismo segue a ordem ação, efeito intermediário, resultado, com a lógica logo depois. É aqui que mora o que só você vê, porque você olha a operação inteira e o cliente olha o painel.

  • Oferta ruim destrói tráfego bom. Ação: o anúncio leva gente qualificada para uma oferta sem promessa clara. Efeito: a página converte pouco, o custo por venda sobe e o gestor mexe em público e criativo sem resultado. Lógica: o tráfego compra atenção, e quem converte atenção em venda é a oferta.
  • Abertura fraca de criativo derruba o resto. Ação: os três primeiros segundos não seguram. Efeito: o hook rate cai, poucos chegam à oferta e o leilão encarece. Lógica: tudo que vem depois só existe para quem passou dos três primeiros segundos.
  • Evento do formulário disparando para o público errado. Ação: o formulário nativo avisa a plataforma de que todo lead foi sucesso. Efeito: o algoritmo traz mais gente parecida com quem preenche, e não com quem fecha. Lógica: a plataforma otimiza para o que você manda como resultado, como no escritório que passou a disparar o evento só para os planos de saúde que geravam cliente.

Mecanismos causais de conversão e operação

  • Lead barato e desqualificado lota o comercial. Ação: formulário curto e público amplo derrubam o CPL. Efeito: o comercial gasta o tempo com quem não se enquadra, e quem se enquadra espera, esfria e fecha com outro. Lógica: o custo mede o lead, e a venda depende da qualidade dele.
  • Página que vende o meio. Ação: a página fala do método e do posicionamento do produtor. Efeito: o visitante não reconhece o próprio problema ali, sai sem comprar e o tráfego leva a culpa. Lógica: a pessoa compra o que resolve na vida dela, e o meio só interessa a quem já decidiu comprar.
  • Comercial lento e sem apresentação estruturada. Ação: o lead de anúncio pede proposta, que é falada na reunião e enviada depois. Efeito: ele cota com vários, quer resposta rápida e esfria, então fecha quem já conhecia o produtor. Lógica: o lead de anúncio chega sem relação prévia e decide por velocidade e clareza.
  • Material de lançamento desorganizado. Ação: criativos, copies e páginas ficam espalhados e sem registro do que funcionou. Efeito: cada lançamento recomeça do zero, o produtor se esgota e o resultado oscila. Lógica: sem registro, repetir o que deu certo depende de memória e sorte.

A tese de conteúdo: o perfil continua o que você fala na reunião

Este capítulo explica por que o seu conteúdo travou, qual é a tese que destrava e como o seu perfil passa a funcionar como a continuação das reuniões de diagnóstico que você já faz. Os capítulos seguintes transformam essa tese em sistema, fórmula, pilares e rotina.

Você travou porque o tráfego serve a todo mundo

O tráfego pago resolve problema de infoprodutor, de e-commerce e de negócio local. Com tantas possibilidades de assunto, o seu perfil virou o lugar onde você fala "coisas que eu quero fazer", como você mesmo descreveu. Sem um público escolhido, nenhuma ideia parece a certa.

O negócio local continua chegando por indicação e continua sendo atendido, e só sai da vitrine. O perfil fala com o infoprodutor que já vende, já anuncia e não sabe onde está o gargalo.

Marketing atrai marketeiro

Se você publica sobre otimização de criativo, estrutura de campanha e página, quem para para ler é gestor querendo aprender. Foi o seu medo na sessão: "será que eu não vou estar conversando com muito gestor?". O medo tem fundamento, e a saída é mudar o assunto.

O assunto do perfil passa a ser o que o infoprodutor precisa enxergar sobre o próprio negócio. Você ensina o empresário a identificar problemas.

O tráfego fica oculto, como um ponto a descobrir

Tráfego aparece quando ele é parte da causa, como uma das coisas que você olha. O tema do perfil é o negócio do infoprodutor, e o tráfego é o ponto que a pessoa descobre no meio do diagnóstico.

Você já trabalha assim: "eu entro uma hora olhando o tráfego da pessoa, mas eu não falo nunca sobre tráfego". O que falta é o perfil falar do mesmo jeito que você fala na reunião.

Dor é sintoma, problema é causa

O infoprodutor chega com sintomas: não está vendendo, tem muito lead e não converte, o público chega na página e não compra, o custo está alto, gasta mais do que ganha, quer desistir. A origem costuma estar em crenças erradas sobre a própria operação, o problema dentro do problema, como uma matrioska. Um exemplo montado com a sua matéria-prima:

  • Sintoma: "tenho muito lead e não converto".
  • Problema por trás: o lead que chega vem de uma promessa que o produto não sustenta, ou de um formulário que não filtra.
  • Crença que sustenta tudo: "se o custo por lead está baixo, o tráfego está bom".

Um caso que mostra o percurso do sintoma até a causa

Um conteúdo bom entra pela dor que o infoprodutor reconhece e desce uma camada por vez até a crença. Um caso de advogada previdenciarista ilustra o percurso, sem identificação: escritório de R$ 80 a 100 mil por mês, R$ 3 mil de verba, lead a pouco mais de R$ 1 e um dashboard ótimo.

De cada 100 atendimentos, 80 não se enquadravam. O tráfego funcionava, e o problema estava em todo o resto, a começar pelo conteúdo e pelo comercial.

O passo para trás de consciência

Você acha tudo isso muito guru, muito marketeiro, muito ChatGPT. Isso parece óbvio porque você convive com os grandes do mercado. Para o seu cliente não é óbvio, e muitas vezes é preciso dar um passo para trás na comunicação para chegar nele.

O que você mais repete nas reuniões do programa do Victor Damásio serve de teste: a pessoa vende o meio (o método, o "posicionamento") e não o que resolve. Você pergunta "posicionamento para quê? Qual porta ele tem fechada hoje?". Essa pergunta, sozinha, vale um conteúdo inteiro.

O perfil como continuidade da reunião

Hoje quem sai da sua reunião de diagnóstico e abre o seu perfil encontra um nível de consciência muito mais alto do que o da conversa que acabou de ter. Essa dissonância tem solução simples: nos últimos 6 meses você falou com mais de 100 pessoas, e a meta é transformar 10 delas em clientes. O perfil não precisa alcançar ninguém novo, só soar como o que essas pessoas ouviram de você.

Você pretende sair do programa em breve, e parte da base antiga já deixou o digital. A lógica se mantém: quem já foi atendido continua seguindo você, e as reuniões com qualquer infoprodutor, dentro ou fora do programa, alimentam o mesmo sistema.

O sistema de transcrições: da reunião ao roteiro pronto

Você grava reuniões o tempo todo e já tem as transcrições guardadas. Este sistema pede ao Claude que leia tudo isso por você, separe os melhores trechos e entregue roteiros prontos para gravar. É o que destrava o conteúdo sem exigir que você crie nada do zero.

O que já acontece hoje

  1. Reunião gravadaGoogle Meet
  2. Transcrição completaSalva na pasta do Drive

O que o sistema faz sozinho

  1. Claude lê todos os diasLê a transcrição inteira, sem o resumo
  2. 3 a 5 pontos altos por reuniãoRaciocínios e viradas
  3. Roteiro A e roteiro B de cada pontoAberturas e ângulos diferentes
  4. Base com status IdeiaUma linha por ponto

O que é seu

  1. Você revisa e junta A com BO que volta é nota 7
  2. Grava e publicaLê, ajusta uma frase e grava
Do que já existe ao que é seu: a reunião transcrita vira roteiros numa base, e você revisa, grava e publica.

De onde vêm as transcrições

Você usa o Google Meet com a transcrição do Gemini, que salva cada reunião numa pasta do Drive com a data e o nome do evento. Essa pasta é a matéria-prima: você não precisa fazer nenhuma etapa nova de gravação. O trabalho passa a ser pedir ao Claude que entre nela todos os dias.

O app de transcrição que a gente recomenda

O sistema inteiro depende da qualidade da transcrição: quanto mais detalhe ela guarda, melhores os pontos altos e os roteiros que saem dela. Nós usamos o Jamie em todas as nossas reuniões, e é ele que recomendamos pelo nível de detalhe. A transcrição vem completa, com quem falou cada trecho e o tempo de cada fala, e é dela que sai o nosso conteúdo. Se a transcrição do Gemini ficar rasa para o que você precisa, teste por aqui: jamie.cello.so/nW9clh80LPk.

O que pedir ao Claude

  1. Entrar na pasta do Drive e identificar as transcrições novas desde a última execução.
  2. Ler a transcrição completa de cada reunião, sem usar o resumo do Gemini. O resumo corta o raciocínio, e o raciocínio é o que rende conteúdo.
  3. Escolher de 3 a 5 pontos altos por reunião.
  4. Escrever um roteiro A e um roteiro B para cada ponto, com aberturas e ângulos diferentes.
  5. Registrar cada ponto numa base, uma linha por ponto, com o status "Ideia".

A base numa planilha, e o que fazer sem automação

A base funciona melhor numa planilha do Google, porque você muda o status sozinho sem depender do Claude.

A rotina diária depende de o Claude ter acesso ao Drive e à planilha na sua configuração. Se esse acesso ainda não existir, o caminho funciona do mesmo jeito colando a transcrição na conversa, e a automação entra depois.

Quais reuniões entram

As reuniões internas valem porque é nelas que a equipe discute o raciocínio por trás de uma decisão, e esse raciocínio é o conteúdo que o seu infoprodutor ainda não conhece.

  • As suas, incluindo os diagnósticos de 1 hora que você faz com 15 a 16 pessoas por mês.
  • As da Antoniele.
  • As reuniões internas do time.

Peça roteiro pronto, porque o gargalo é o tempo

Ideia de pauta você já tem. O que falta é tempo, e uma pauta ainda pede que você escreva, estruture e decida o ângulo, que é onde o conteúdo trava.

O roteiro chega pronto para você ler em voz alta, ajustar uma frase e gravar. A decisão que sobra é gravar ou descartar.

Ensinar o Claude a escrever como você

O modelo escreve melhor quando vê exemplos, e a pasta de referências é onde eles ficam. Peça sempre que o roteiro siga a estrutura dos exemplos, nunca o tema deles.

  • Roteiros seus que funcionaram, como vídeos do YouTube com boa retenção e posts que geraram conversa.
  • Roteiros de outras pessoas cuja estrutura você admira.

O radar de novidades continua, com um filtro

O radar que você montou, que lê Instagram, YouTube e artigos e devolve 5 pautas, fica. Ele continua útil nas semanas em que as reuniões foram fracas.

A regra que sugiro para as pautas dele entrarem na base: antes de virar roteiro, cada pauta passa pela pergunta "um infoprodutor perceberia esse problema?". Novidade de plataforma e mudança de algoritmo tendem a atrair gestor, e esse filtro protege o perfil.

O documento de crenças da agência vira fonte de quebra de crenças

O documento interno da agência, o "como a gente acredita nas coisas", entra no sistema como segunda fonte de referência. Quando um ponto alto de reunião toca uma dessas crenças, o Claude marca isso na linha.

Aquele documento é a base natural do pilar de quebra de crenças, que você verá adiante.

A rotina de revisão: o que volta é nota 7

O que o Claude entrega sai nota 7. A versão final junta o melhor do A com o melhor do B: você lê os dois, pega a abertura de um e o desenvolvimento do outro, troca o que soar como IA e aplica o seu jeito.

Reserve um horário fixo para isso, todo dia ou duas vezes por semana, e use o status da planilha para marcar o andamento. Depois de algumas semanas, devolva os roteiros finais de que mais gostou à pasta de referências. É assim que a nota 7 sobe.

Prompt pronto para o Claude rodar o sistema

Prompt para o Claude rodar o sistema

Você vai trabalhar como meu editor de conteúdo.

Contexto: sou Léo Furtado, sócio da Norg, agência de tráfego pago. Meu perfil no Instagram fala com infoprodutor que já vende, já anuncia e não sabe onde está o gargalo da operação. Quero ensinar o empresário a enxergar problemas no próprio negócio. Tráfego aparece como uma das causas possíveis, nunca como o assunto central. Não quero atrair gestor de tráfego.

Tarefa:
1. Abra a pasta [link da pasta de reuniões] e identifique as transcrições novas desde a última execução.
2. Leia cada transcrição completa. Ignore o resumo automático do Gemini.
3. Em cada reunião, escolha de 3 a 5 pontos altos: um raciocínio, uma virada, um erro escondido encontrado, uma crença quebrada ou um caminho de onde o cliente saiu e aonde chegou. Escolha só o que um dono de infoproduto entenderia sem conhecer tráfego.
4. Para cada ponto, escreva dois roteiros de vídeo curto, A e B, com aberturas e ângulos diferentes, seguindo a estrutura dos roteiros da pasta [link da pasta de referências]. Gancho nos primeiros segundos, desenvolvimento curto, fechamento sem CTA de venda.
5. Classifique cada ponto em um pilar: diagnóstico, engenharia de crescimento, estudo de caso ou quebra de crenças.
6. Se o ponto tocar alguma crença do documento [link do documento de crenças da agência], marque qual.
7. Registre tudo na planilha [link da planilha], uma linha por ponto, com status Ideia.

Regras:
- Nunca escreva nome de cliente, de empresa ou de perfil. Descreva o cliente pelo tipo de negócio, e só quando a descrição não o identificar. Se o caso ainda for identificável pelos detalhes, marque "identificável: sim" na planilha.
- Nunca invente número. Quando um dado não estiver na transcrição, escreva (completar com o dado real).
- Para estudos de caso, siga esta ordem: quem é, o que queria, o que foi feito, de onde saiu e aonde chegou, em quanto tempo. Sem CTA.
- Evite assuntos puramente de tráfego, como configuração de campanha e métrica de plataforma, a menos que a explicação sirva a quem não é gestor.
- Tom direto, sem jargão de guru, sem frase de efeito.

Ao terminar, me devolva um resumo curto: reuniões lidas, pontos registrados, pontos descartados e por quê.

Sugestão de colunas da base

ColunaPara que serve
Data e reuniãoOrigem do ponto: data, tipo (sua, da Antoniele, interna) e link da transcrição.
Ponto altoO trecho ou raciocínio escolhido, em uma ou duas frases.
PilarDiagnóstico, engenharia de crescimento, estudo de caso ou quebra de crenças.
Roteiro A e roteiro BAs duas versões entregues pelo Claude.
Versão finalO roteiro que você aprovou, juntando A e B.
FormatoVídeo, carrossel ou story.
Cliente identificávelSim ou não, e se há autorização de uso.
StatusIdeia no início. Os demais ficam a seu critério, por exemplo Em revisão, Gravado, Publicado e Descartado.

Cuidado com dado de cliente em reunião transcrita

Anonimize e peça autorização

As reuniões trazem faturamento, estratégia e às vezes o nome de quem está do outro lado. Anonimize antes de publicar: troque nome e empresa por uma descrição do tipo de negócio. Se o caso continua identificável pelos detalhes (nicho muito específico, números exatos, história conhecida), peça autorização ao cliente antes de usar, mesmo anonimizado. Isso vale com mais cuidado para as reuniões de diagnóstico do programa do Victor Damásio, em que quem falou com você é mentorado de outra pessoa.

O sistema pode ser repassado aos seus clientes

Esse sistema você pode repassar

Na sessão ficou combinado que o mesmo sistema é algo que você pode oferecer aos seus clientes, o que facilita a vida do gestor que atende vários infoprodutores. Teste no seu perfil antes e repasse depois, já com os ajustes que você descobrir no caminho.

Conduzir a reunião sabendo que ela vira conteúdo

O trabalho é a reunião, e ele só vira conteúdo quando alguém conta o caminho em voz alta. Esta seção mostra a diferença entre mostrar o dashboard e narrar o que aconteceu, com um modelo de abertura que você adapta.

Dashboard mostra número, narrativa mostra caminho

Numa reunião de resultado, o hábito é abrir o dashboard e comentar métrica por métrica. A transcrição dessa reunião vira um monte de siglas sem história, e o Claude não encontra ponto alto nenhum nela.

Quando você narra o caminho, a mesma reunião passa a conter quem era o cliente, de onde ele saiu e o que foi feito, e essa é a estrutura de um estudo de caso.

O roteiro de fala que transforma resultado em história

Este é o roteiro de fala a ser usado como base na reunião de resultado, com os valores trocados pelos do cliente.

Roteiro de fala

Lembra, quando você chegou há um mês, a gente estava com ROAS de tanto. O objetivo era sair disso para isso. Nesses 30 dias a gente fez ajuste de criativo, otimização de campanha, manteve a verba. Saímos de 2 para 4. E o faturamento, como estava há 30 dias? E agora?

O que esse roteiro faz por você

  • Cada passo do que foi feito é dito com nome, o que dá a sequência para o conteúdo.
  • A pergunta final ao cliente sobre o faturamento traz o número que importa para o dono do negócio. O ROAS é o seu número, e a resposta dele, dita com a própria voz, é o melhor trecho para o corte.

Modelo de abertura para reunião de resultado

Adapte as lacunas ao cliente e ao período. O texto abaixo cabe em menos de um minuto e deixa a reunião pronta para ser lida depois pelo Claude.

Abertura de reunião de resultado

Antes de abrir o dashboard, quero lembrar o caminho que a gente fez.

Quando você chegou, há [prazo], o ROAS estava em [valor] e o objetivo era chegar em [valor ou meta]. Nesse período, a gente [primeiro ajuste feito], [segundo ajuste feito] e manteve a verba [ou: mexeu na verba assim].

Saímos de [valor] para [valor].

E o faturamento? Como estava há [prazo]? E agora?

[Deixe o cliente responder.]

Agora sim, vamos olhar o que sustenta esse resultado e o que ajustamos no próximo período.

Cuidados na condução

  • Use a linguagem do dono do negócio. Termo técnico sem explicação vira corte que só gestor entende.
  • Faça o cliente falar o que mudou do lado dele. Uma fala dele sobre o impacto no caixa vale mais que qualquer métrica sua.
  • Garanta que o cliente saiba que a reunião é gravada e transcrita. Se um trecho for usado, o cuidado de anonimizar e pedir autorização, descrito no capítulo do sistema de transcrições, continua valendo.

A fórmula do contexto e como ela vira vários testes

O que separa um conteúdo que atrai dono de negócio de um que atrai gestor curioso é o contexto. Esta fórmula organiza qualquer atendimento num caso contável, e três casos que você mesmo trouxe aparecem aqui já estruturados.

A fórmula do contexto

Fica de fora o CTA: você só reporta o caso. O infoprodutor que se reconhece nele já tem a conversa que precisa na cabeça, e o seu trabalho no perfil é continuar a reunião.

  • Quem é: o nicho e o tamanho do negócio.
  • O que queria.
  • O que foi feito, passo a passo, na ordem em que aconteceu.
  • De onde saiu e aonde chegou.
  • Em quanto tempo.

Por que o contexto separa o dono do negócio do gestor

Sem contexto, "otimizamos o criativo e a página" vira aula de tráfego para quem está na profissão. Com contexto, vira "uma cliente de homeschooling, com cerca de R$ 100 mil por mês em e-book, que queria vender o curso em lançamento", e quem lê pensa "eu tenho um e-book que vende e um curso que não".

Quem se reconhece nesse texto é o empresário. O gestor segue rolando o feed.

Caso 1: o escritório de advocacia e os planos de saúde

Matéria-prima real, a ser completada com dados do cliente. Este caso é de negócio local, então a lição que ele ensina ao infoprodutor precisa estar clara no título: descobrir qual tipo de lead de fato fecha.

  • Quem é: escritório de advocacia de erro médico e plano de saúde, que cobra por consulta.
  • O que queria: (completar com o dado real).
  • O que foi feito: apertamos o comercial pelo WhatsApp, descobrimos que só alguns planos de saúde geravam cliente que fechava e mudamos o formulário nativo da Meta para disparar o evento só nesses planos. A agência anterior nunca tinha conversado sobre isso.
  • De onde saiu e aonde chegou: (completar com o dado real).
  • Em quanto tempo: (completar com o dado real).

Caso 2: a professora que resiste a prometer faturamento

Este é o caso mais próximo do seu público. Muito infoprodutor resiste à mesma promessa, e o raciocínio de trocar a promessa pela prova serve para a maioria.

  • Quem é: professora e diretora que ensina donos de escola a faturar mais, com lançamento pago.
  • O que queria: vender o método sem prometer faturamento, porque ela resiste a essa promessa.
  • O que foi feito: escrevemos na página o que o método já fez, com escolas que dobraram o faturamento, sem prometer que isso vai se repetir.
  • De onde saiu e aonde chegou: (completar com o dado real, como o número de escolas e o resultado da página).
  • Em quanto tempo: (completar com o dado real).

Caso 3: a cliente de homeschooling

Este foi o exemplo trabalhado na sessão. O que o resumo da conversa guarda é o ponto de partida, e os passos da intervenção precisam vir de você.

  • Quem é: mãe que ensina homeschooling, vende e-book barato (cerca de R$ 100 mil por mês com isso) e curso em lançamentos.
  • O que queria: (completar com o dado real).
  • O que foi feito: passo 1, passo 2, passo 3 (completar com o dado real).
  • De onde saiu e aonde chegou: (completar com o dado real).
  • Em quanto tempo: (completar com o dado real).

Um conteúdo gravado vira vários testes

Gravado uma vez, o mesmo caso pode ser testado em versões diferentes. Com o caso do escritório como exemplo:

  • Headline com o nicho: "Escritório de advocacia: o dado que mostrou quais planos de saúde geravam cliente".
  • Headline sem o nicho, falando com outro público: "Seu lead chega e não fecha? Talvez só um tipo de lead feche".
  • Volta ao feed 40 dias depois, com outra abertura ou outro corte do mesmo vídeo.

Leia quem responde, além das métricas

Como gestor, você sabe medir retenção e engajamento. Para este teste, acrescente uma leitura que o dashboard não dá: olhe quem comenta e quem manda mensagem em cada versão.

Se predomina gestor, o título está com cheiro de tráfego. Se predomina dono de produto, a versão está funcionando, qualquer que seja a métrica.

Os quatro pilares de conteúdo

Todo conteúdo do perfil cabe em um destes quatro pilares, e todos falam com o infoprodutor. Cada um tem o que entra, o que fica de fora e uma lista de títulos, com os exemplos da sessão misturados aos criados a partir da sua matéria-prima.

Os quatro pilares em uma frase cada

Diagnóstico

Mostra erros escondidos que o infoprodutor não enxerga na própria operação.

Engenharia de crescimento

Explica as relações entre as peças: como oferta, página, anúncio e jornada se puxam ou se travam.

Estudos de caso

Conta o raciocínio por trás de um resultado, mais que o resultado em si.

Quebra de crenças

Desfaz as ideias erradas que mantêm a operação travada.

Diagnóstico: o que entra e o que fica de fora

Entra o que ajuda o infoprodutor a descobrir onde o problema está: sinais, perguntas e formas de olhar o funil de fora.

Fica de fora o passo a passo de configuração de plataforma, que atrai gestor.

Diagnóstico: títulos

  • Por que o CPL não é o seu maior problema.
  • Como descobrir onde o seu funil está perdendo dinheiro.
  • Como saber se o gargalo é a oferta ou o anúncio.
  • Seu anúncio perde o público nos primeiros segundos? Como descobrir antes de culpar a campanha.
  • O que o dashboard não mostra quando o lead está barato e ninguém compra.
  • A jornada do seu cliente até a compra: onde ele desiste sem você ver.
  • Lançamento pago que enche a sala e vende pouco: onde olhar primeiro.
  • Low ticket que não fecha a conta: o que checar antes de investir mais em anúncio.
  • Perpétuo que parou de escalar: o diagnóstico que vem antes de trocar de campanha.
  • Lead que chega no WhatsApp e some: o que acontece entre o clique e a conversa.

Engenharia de crescimento: o que entra e o que fica de fora

Entra a explicação de como as peças do negócio se relacionam.

Fica de fora a explicação técnica de uma peça isolada, como ensinar a subir campanha.

Engenharia de crescimento: títulos

  • Como uma oferta ruim destrói um bom tráfego.
  • Por que dobrar a verba não dobra o resultado.
  • Anúncio, página e oferta: como as três peças se puxam e se travam.
  • Um criativo que vira vários: como reaproveitar o que já funcionou, reordenando os trechos.
  • Lançamento pago, low ticket e perpétuo pedem estruturas diferentes: o que muda em cada um.
  • Material de lançamento organizado: o que guardar para não recomeçar do zero no próximo.
  • O que o seu formulário ensina para o algoritmo sobre quem você quer atrair.
  • Lead barato demais muda a conversa do seu comercial: como o custo conversa com o fechamento.
  • Arrumar a operação na ordem certa: o que mexer primeiro quando tudo parece ruim.

Estudos de caso: o que entra e o que fica de fora

Entra o raciocínio: o que foi percebido, o que foi descartado e por quê. A direção é menos "aumentamos o ROAS" e mais "identificamos que o problema não era a campanha".

Fica de fora a vitrine de número sem história e qualquer caso sem contexto.

Estudos de caso: títulos

Títulos que usam os casos que você contou ou a estrutura da fórmula. Onde indicado, complete com o dado real.

  • Identificamos que o problema não era a campanha: o que o dashboard escondia (completar com o dado real).
  • A campanha estava ótima e o problema estava no resto: o caso de um escritório com lead a pouco mais de R$ 1 e 80 de cada 100 atendimentos fora do perfil.
  • Só alguns planos de saúde geravam cliente: o dado que o formulário escondia.
  • Como vendemos um método sem prometer faturamento: o caso de uma consultora de escolas.
  • O lançamento do curso de uma cliente que já fazia cerca de R$ 100 mil por mês com e-book: o raciocínio por trás (completar com o dado real).
  • Quando o hook rate estava fraco, saímos do tráfego e fomos para as ideias de abertura (completar com o dado real).
  • Em 30 dias, de ROAS 2 para 4 sem mexer na verba: o que foi ajustado, na ordem (completar com o dado real).
  • O infoprodutor que chegou marcado por agência anterior: o que fizemos na primeira reunião (completar com o dado real).

Quebra de crenças: o que entra e o que fica de fora

Entra o que desmonta uma ideia que o infoprodutor repete.

Fica de fora a polêmica gratuita contra colega de mercado. A crítica mira a ideia e poupa quem a diz.

Quebra de crenças: títulos

  • Você não precisa de outra agência. Você precisa descobrir onde a sua aquisição está falhando.
  • O seu dashboard está ótimo e o seu caixa, nem tanto.
  • O lead barato que enche o seu comercial de gente que não compra.
  • Agência que promete resultado antes de olhar a sua oferta está vendendo o que não controla.
  • Posicionamento para quê? Qual porta está fechada hoje no seu negócio?
  • O seu cliente compra a porta que abre, e o seu método fica como o meio.
  • Mais verba quase nunca resolve: para onde o dinheiro vai quando o problema está na oferta.
  • Low ticket não substitui consciência: o que fazer antes de baixar o preço.
  • Anunciar antes de vender no orgânico: o que costuma faltar quando a verba entra cedo.

Stories e destaques: mostrar o trabalho invisível

Os stories mostram o que acontece entre a reunião e o resultado, que é a parte do seu trabalho que o infoprodutor nunca vê. Esse conteúdo trabalha quem já segue você, e depois pode virar reel ou criativo.

Um story de contexto a cada atendimento

Depois de uma reunião de diagnóstico, poste uma foto e conte quem é a pessoa, o que ela veio buscar, o que foi mostrado e o que foi ajustado. Essa estrutura é a fórmula do contexto em versão curta. Uma sequência possível, sugestão nossa:

  • A foto com a pessoa.
  • O que ela precisava.
  • O que você viu de diferente.
  • A reflexão com que você saiu.

Foto e nome exigem autorização

Foto e nome exigem autorização de quem aparece. Quando não houver, conte o caso pelo tipo de negócio e deixe a pessoa de fora da imagem.

Os bastidores de preparação são o trabalho invisível

O trabalho invisível vem antes da reunião: estudar o formulário que o cliente respondeu, olhar a página, entrar na call e sair com uma reflexão. Mostre esse percurso nos stories, e não só o resultado.

É nos bastidores que a conexão com o seu serviço acontece. A pessoa que acompanha passa a procurar você, o especialista, para orientá-la no que precisar, com o tráfego sendo uma das coisas.

Os depoimentos do destaque mostram o resultado e omitem o cliente

O destaque de depoimentos e clientes que você tem hoje mostra estes números:

  • Meta de leads batida.
  • Mais de 100 mil leads dentro da qualificação.
  • 30% de pesquisa respondida.
  • 14% na live.
  • 1.252 vendas.
  • 71% de crescimento.

Eles dizem o que aconteceu e não dizem quem era o cliente nem o que foi feito, e é por isso que atraem pouco o dono de negócio. Cada um dos seis precisa ser refeito com a fórmula do contexto.

Perguntas para recontar cada depoimento

Responda num documento seu, um por depoimento

  • Quem era o cliente quando chegou, em termos de negócio e tamanho.Comece assim: era uma infoprodutora que lançava curso uma vez por semestre.
  • Qual era o desafio ou o que ele queria.Comece assim: ela queria bater a meta de leads sem baixar a qualificação.
  • O que foi feito, na ordem.Comece assim: primeiro revisamos a pesquisa de qualificação, depois ajustamos o criativo.
  • Quanto tempo levou até o número aparecer.Comece assim: o resultado veio no primeiro lançamento depois do ajuste.

Os exemplos acima mostram só o formato das respostas. Use o que aconteceu de fato com cada cliente.

Para quem esse conteúdo trabalha

Depois de refeitos, esses depoimentos servem como stories para a base que já segue você e, mais à frente, como reels ou criativos de anúncio para quem ainda não conhece.

A ordem importa: primeiro funciona com quem já está dentro, depois você leva para fora.

Ritmo e canais: volume, YouTube e a primeira semana

Este capítulo fecha a parte de conteúdo com a frequência, os formatos e uma primeira semana de execução pensada para quem toca uma agência. As escolhas de frequência são sugestões nossas, e não combinados da sessão.

Meter o louco do volume

O princípio é organizar a estrutura e só fazer. O sistema de transcrições existe para isso: tirar do caminho a etapa de criar, para que o volume seja possível sem tempo extra.

Volume só funciona com a estrutura pronta. Monte a pasta, a planilha e o prompt, aceite a nota 7 por algumas semanas e publique. O refinamento vem com o uso.

O YouTube semanal como convite

Você produz um vídeo por semana e estava na sexta semana seguida. Mantenha. O papel dele muda de lugar: sai do link da bio, vira post fixado ou destaque, e passa a ser o convite para quem recusar uma call.

Se a pessoa não quer reunião, você manda o link da aula da semana e encerra a conversa. Quem já fez reunião com você também é convidado a ver a aula ou a fazer um check-in.

O tema do vídeo semanal

A sessão não definiu o tema do vídeo semanal. Uma sugestão: ele pode ser o mesmo ponto alto de reunião que virou conteúdo curto na semana, em versão longa.

Vídeo como formato principal

Na sessão, o vídeo apareceu como o formato principal do sistema, e carrossel e story entram como possibilidades. O roteiro A/B do Claude já é de vídeo curto.

Um mesmo ponto alto pode sair em outro formato quando você quiser testar: o carrossel reaproveita o roteiro como texto, e o story serve ao contexto do atendimento descrito no capítulo anterior.

Uma primeira semana possível

A cadência a seguir é uma sugestão nossa, calibrada para quem tem agência e reuniões o dia todo. Ajuste depois de duas ou três semanas, de acordo com o que você aguentar sustentar.

  1. Segunda: monte a pasta de referências, a planilha e o prompt do sistema de transcrições, e rode o sistema nas últimas reuniões acumuladas. Só isso já gera uma fila de roteiros.
  2. Terça: leia a fila, escolha os pontos mais fortes e produza as versões finais juntando A e B.
  3. Quarta: grave em lote os roteiros aprovados, de um a três vídeos curtos.
  4. Quinta: publique o primeiro vídeo e poste um story de contexto de um atendimento da semana.
  5. Sexta: no dia do seu vídeo do YouTube, publique o segundo vídeo curto e conduza as reuniões da semana com a abertura narrada que você viu no capítulo sobre conduzir a reunião.

Depois da primeira semana

Nas semanas seguintes o ciclo se repete, com a leitura da planilha e a revisão ocupando um horário fixo. Quando o ritmo estiver confortável, aumente o volume antes de mudar qualquer outra coisa.

A base de diagnósticos que você já tem

Você atende de 15 a 16 pessoas por mês em reuniões de diagnóstico. Em seis meses são mais de 100 pessoas que já viram você olhar a operação delas, e uma única virou cliente. Este capítulo trata esse número como o ponto de partida do seu comercial.

Por que essas pessoas não fecharam

Os motivos foram os que você mesmo deu na sessão:

  • Muitos estão no início e não enxergam valor em tráfego.
  • O Victor defende vender primeiro no orgânico.
  • A estrutura da mentoria (formulário na bio, venda a R$ 10 mil) não foi feita para tráfego direto e pede conscientização antes, com página, VSL e conteúdo.
  • Alguns não têm dinheiro para investir.

Nenhum motivo aponta falha na reunião

Todos falam do momento da pessoa. Depois da call, várias passam a seguir seu Instagram e encontram um conteúdo de nível de consciência bem mais alto do que a conversa que tiveram com você. Essa dissonância é parte do que a retomada resolve.

Por que ainda é o melhor ponto de partida

Você não precisa comunicar com ninguém novo. Nos últimos seis meses você falou com mais de 100 pessoas, e o exercício deste plano é imaginar 10 delas como clientes.

Essas pessoas já passaram pela etapa mais cara de qualquer funil: conhecer você e confiar no seu olhar. O que falta é o contato continuar depois da reunião.

O que 10 clientes representam

A conta usa só os seus números: ticket de R$ 4 a 6 mil e meta de R$ 80 mil por mês.

Clientes novosCom ticket de R$ 4 milCom ticket de R$ 6 mil
5R$ 20 mil por mêsR$ 30 mil por mês
10R$ 40 mil por mêsR$ 60 mil por mês

Você declarou faturamento acima de R$ 50 mil, então a distância até R$ 80 mil é de até R$ 30 mil por mês. Cinco clientes nessa faixa cobrem essa distância, e dez dão folga.

A taxa real você descobre fazendo

Isto é uma ilustração

Hoje a sua taxa é de 1 cliente em mais de 100 pessoas. Os 10 em 100 são um exercício para dar dimensão ao ativo. Depois de algumas semanas de retomada, você terá os números reais: quantas pessoas responderam, quantas foram para reunião e quantas fecharam.

Sair do programa do Victor não tira a base de você

Você contou que pretende sair do programa em breve. As pessoas que você já atendeu continuam sendo contatos seus.

O plano trabalha só com elas e com quem chegar pelos seus próprios canais, e não depende de nenhuma reunião nova dentro do programa. Se houver algum combinado formal sobre o uso desses contatos, vale confirmar antes de começar.

Liste essas pessoas agora

Responda num documento seu

  • Quem são as pessoas que você atendeu nesses seis meses, com nome, data da reunião, o que você apontou e a situação hoje?Comece assim: Fulano, 12/03, página sem oferta clara, ainda vende só orgânico.
  • Quais delas passam nos seus critérios de cliente, ou seja, produto de tanto a tanto e verba para investir pelos próximos 12 meses?Comece assim: vende curso de R$ 1.200, anuncia sozinho, tem verba para 12 meses, serve.
  • Quais não servem hoje, e por quê?Comece assim: está no início e quer vender o primeiro produto, não serve agora.

Os nomes e as datas estão na pasta do Drive em que o Gemini salva suas reuniões. Você pode pedir ao Claude que leia as transcrições e monte a lista, e depois conferir. Quem não serve hoje fica de fora da retomada ativa.

Retomada e social selling: voltar a falar com quem já conhece você

A retomada tem uma cadência de check-ins para quem acabou de fazer reunião e uma abordagem de social selling para a base que já passou. As duas acontecem no Instagram e terminam do mesmo jeito: uma reunião conduzida por você.

Check-in em 15 dias e de novo em 30 ou 45

Depois de cada reunião de diagnóstico, um primeiro check-in em 15 dias, de forma leve, perguntando se a pessoa conseguiu implementar o que foi apontado. Um segundo check-in em 30 ou 45 dias.

Quem já fez reunião há meses passou dessas janelas. Minha sugestão é tratar a primeira mensagem para essas pessoas como a retomada, com a abordagem de social selling abaixo, e aplicar a cadência nas reuniões que você fizer daqui para a frente.

Por que pelo Instagram e não pelo WhatsApp

As pessoas respondem mais no Instagram, e a base já segue você ali. O WhatsApp entra quando a pessoa avança, como você já faz hoje.

A sequência de cada abordagem

  1. Observe a pessoa por alguns dias antes de escrever: o que ela posta, o que está vendendo, em que momento está.
  2. Abra a conversa com uma mensagem aberta, de interesse real pelo momento dela.
  3. Se a pessoa não responde, siga em frente. Não insista e não mande segunda mensagem cobrando.
  4. Se a pessoa responde e avança, conduza como você já conduz no WhatsApp até a reunião.
  5. Se a pessoa recusa a call, convide para a aula do YouTube da semana, deixe o link e encerre.

Como é a mensagem de abertura

Ela diz que você separa um tempo da semana para ver quem acompanha seu perfil, que percebeu que a pessoa está por aqui há algum tempo, de forma silenciosa, e pergunta como foi o semestre ou como foram as vendas. Sem oferta e sem convite para call nessa primeira mensagem. A referência de tempo muda conforme a data em que você enviar.

As mensagens prontas de abertura, de check-in e de convite ficam em outra parte do plano. Este capítulo define a lógica e a ordem em que cada uma entra.

Meta semanal de social selling

A orientação da sessão foi ter uma meta de social selling, e ela não fixou o número.

Sugestão para a meta semanal

De 10 a 15 conversas abertas por semana, o que dá de 2 a 3 por dia útil e cerca de 15 a 20 minutos por dia. Esse ritmo cobre uma base de mais de 100 pessoas em sete a dez semanas. É uma proposta nossa. Ajuste depois de três semanas, olhando quantas respostas vieram.

As conversas também são pesquisa

Falando com mais gente, você descobre mais rápido com quem quer trabalhar e com quem não quer. Cada conversa mostra em que momento a pessoa está, o que ela já tentou e se ela passa nos seus critérios de cliente.

Anote, depois de cada conversa, a situação da pessoa e o que apareceu de novo. O que se repete também aponta o que falar no seu perfil.

A call de auditoria em grupo e o low ticket adiado

A sessão orientou deixar o produto para depois e fazer, no lugar dele, uma ligação de auditoria com poucos infoprodutores. Ela dá resultado mais cedo, exige menos trabalho e gera conteúdo.

Resultado primeiro, produto depois

Você rascunhou quatro aulas por mês, sobre oferta, estrutura de tráfego, página e anúncio, por R$ 1.500 por semestre. A orientação é adiar esse produto e qualquer low ticket, e ter resultado primeiro com o que foi combinado na sessão.

Quem tem um mínimo de consciência sabe que low ticket não resolve.

O tempo é a razão prática

O perfil está sendo reposicionado e a base ainda não foi retomada. Um produto novo entraria agora disputando o seu tempo com as duas frentes que mais têm chance de trazer cliente.

A ligação de auditoria em grupo

Uma ligação com dois ou três infoprodutores na mesma sala, por convite, 100% no orgânico e no social selling. Os convidados saem da base e das conversas da retomada, entre quem passa nos seus critérios.

O que você analisa e como a ligação termina

Você analisa ao vivo o que já analisa nas reuniões: oferta, página, comunicação e jornada. Cada convidado vê a análise dos outros, o que dá a visão em grupo que você pensou para as aulas.

A ligação termina com a continuidade natural: quem se reconheceu nos gargalos apontados pode continuar com a agência. O trabalho feito na ligação é a demonstração.

O conteúdo que sai da ligação

O trabalho é a reunião. Os trechos fortes viram roteiros para o seu perfil e para os stories de contexto.

Combine com cada convidado, já no convite, que a ligação é gravada e que trechos podem virar conteúdo, e acorde o que pode aparecer.

Quando voltar a pensar no produto

A volta ao produto depende de critério e não de data. Minha sugestão de critérios:

  • Você já fechou clientes vindos da base e conhece a sua taxa real de fechamento.
  • As auditorias em grupo se repetem e mostram uma pergunta que pessoas pagariam para ter respondida.
  • O seu perfil já traz gente nova pelo conteúdo, e não só quem passou pelas suas reuniões.

O funil inteiro numa tela

Todas as origens, o que acontece com cada pessoa, quem responde, o próximo passo e o que medir. Este quadro é para você consultar toda semana.

Do primeiro contato à reunião

De onde vemO que acontece em seguidaQuem respondePróximo passoO que medir
Anúncio no perfil da AntonieleA pessoa chega no WhatsApp e recebe a resposta rápida automáticaAutomação, depois quem conduz o WhatsApp hojeReuniãoLeads que viram reunião e fecham
Conteúdo do perfil do LéoQuem se reconhece vê o destaque "Como eu posso te ajudar" e o link da bioLéo, no directFormulário "Quer ser nosso cliente", depois reuniãoFormulários preenchidos e conversas iniciadas
Base de diagnósticosCheck-in em 15 dias e em 30 ou 45, mais social sellingLéo, no InstagramConversa até a reunião, aula do YouTube se recusar, ou convite para a call em grupoConversas abertas, respostas e reuniões marcadas
YouTubeVídeo semanal serve de convite para quem recusa a callLéo, no vídeoPerfil e conversa, quando a pessoa vemConvites enviados e retornos depois do link
IndicaçãoPedido todo mês no relatório de tráfego do clienteQuem envia o relatórioReunião, conduzida como as outrasIndicações recebidas por mês
Novo seguidorA automação entrega o presente, que leva ao diagnóstico e à planilha, e deixa o contatoAutomação, depois LéoEntrada na lista e na cadência de check-inContatos novos por semana e quantos respondem

O que já funciona e continua

Mantenha como está

A automação de resposta rápida no WhatsApp para lead de anúncio, porque quem vem de anúncio cota com vários e quer resposta rápida. O pedido de indicação no relatório mensal. A automação de novo seguidor, com o presente que leva ao diagnóstico e à planilha. O vídeo semanal no YouTube, que agora também serve de convite.

Os cinco números da semana

  • Conversas abertas no Instagram. Sugestão de faixa: de 10 a 15.
  • Respostas recebidas, para você enxergar a taxa de resposta.
  • Reuniões marcadas, separadas por origem, para saber qual canal traz gente que avança.
  • Propostas enviadas e fechadas.
  • Check-ins feitos em relação aos previstos para a semana.

O que esses números respondem

Depois de quatro a seis semanas, eles respondem à pergunta do primeiro capítulo: qual é a sua taxa real de 10 em 100.

Mensagens para retomar, abordar e convidar

Nos últimos seis meses você falou com mais de 100 pessoas nas reuniões do programa, e muitas delas seguem você em silêncio. Estas mensagens retomam essa base e abrem conversa com quem observa você. Mande pelo Instagram, onde as pessoas respondem mais do que no WhatsApp.

Antes de mandar qualquer uma

  • Olhe o perfil da pessoa por alguns dias antes de chamar.
  • Se ela não responde, siga em frente.
  • Se avança, conduza como você já faz no WhatsApp até a reunião.
  • Defina num documento seu uma meta semanal de abordagens, para o social selling virar rotina.

Retomada de 15 dias com quem já fez diagnóstico

O check-in sai meio por fora, sem cobrança: "e aí, conseguiu implementar aquilo?". Vale para o Instagram e para o WhatsApp.

Retomada de 15 dias, variação 1

Oi, [nome]. Passando só pra saber: dos ajustes que a gente viu na nossa reunião sobre [tema], você conseguiu colocar algum no ar? Fiquei curioso pra saber o que mudou.

Retomada de 15 dias, variação 2

[Nome], lembrei de você. Faz umas duas semanas da nossa reunião. Já deu pra mexer em [página, oferta ou criativo que vocês viram]? Se travou em alguma parte, me conta que eu vejo se consigo ajudar.

Retomada de 30 a 45 dias

Aqui o convite para a aula do YouTube ou para um check-in entra com naturalidade.

Retomada de 30 a 45 dias, variação 1

Oi, [nome]. Faz [um mês e pouco] da nossa reunião. Como estão as vendas depois dos ajustes em [ponto que vocês viram]? Se fizer sentido, a gente faz um check-in rápido pra olhar o que o dado mostra agora.

Retomada de 30 a 45 dias, variação 2

[Nome], toda semana solto uma aula no YouTube e a dessa semana fala de [tema ligado ao que vocês viram]: [link]. Me conta, como ficou aquilo que a gente olhou na reunião?

Abordagem de quem segue você em silêncio

A primeira variação é o modelo combinado na sessão, na sua voz. A segunda pergunta direto sobre vendas. A terceira parte de algo específico que você viu no perfil da pessoa.

Abordagem de seguidor silencioso, variação 1

Oi, [nome]. Eu sempre tiro um tempo da minha semana pra ver quem está por aqui me acompanhando. Vi que você está há algum tempo, sempre de maneira silenciosa, então resolvi te chamar pra saber como foi o seu semestre.

Abordagem de seguidor silencioso, variação 2

Oi, [nome]. Como foram as vendas de julho a setembro de 2026 por aí?

Abordagem de seguidor silencioso, variação 3

Oi, [nome]. Vi o seu [story ou post] sobre [assunto específico] e fiquei pensando em [uma pergunta concreta sobre o que ela mostrou]. Como está andando isso por aí?

O período da pergunta acompanha a data do envio

A variação 2 foi escrita para outubro, quando o trimestre de julho a setembro acabou de fechar. Se enviar em janeiro, pergunte sobre o ano de 2026 inteiro.

Respostas quando a pessoa responde

A resposta seguinte não oferece nada. Devolve uma pergunta sobre o negócio dela, porque as conversas também são pesquisa.

Resposta quando ela conta o cenário

Obrigado por contar, [nome]. Uma coisa me chamou a atenção: [detalhe que ela falou]. Quando isso acontece, onde você sente que está travando mais: na oferta, no anúncio ou no que acontece depois do clique?

Resposta quando ela responde curto

Entendi. Mais ou menos em quê: a venda caiu, o lead chega e não compra, ou o custo subiu?

Passagem para o convite da reunião

Pelo que você contou, dá pra enxergar melhor olhando junto. Eu faço isso em reuniões de 1 hora: olho página, oferta e o que você resolve na vida do seu cliente. Quer marcar? Tenho [dia] ou [dia]. Me passa o seu WhatsApp que eu te mando o horário por lá.

Convite para a call de auditoria

Sem lançar um produto agora, você convida dois ou três infoprodutores para uma mesma call, tudo no orgânico e no social selling.

Convite para a call de auditoria com infoprodutores

Oi, [nome]. Estou montando uma call de auditoria com dois ou três infoprodutores na sala. Cada um traz a operação e a gente olha junto: oferta, página, jornada e os dados. É por convite, e pensei em você por causa de [motivo específico]. Dia [data], às [horário]. Faz sentido pra você?

Saída elegante quando a pessoa recusa

Saída elegante com convite para a aula do YouTube

Tranquilo, [nome]. Toda semana solto uma aula no YouTube sobre isso e a dessa semana é sobre [tema]: [link]. Se algum dia fizer sentido conversar, é só me chamar.

Sem segunda tentativa

Depois dessa mensagem, a conversa acaba.

O que derruba essas mensagens

O que derruba essas mensagens

Texto longo, que a pessoa lê como panfleto. Elogio genérico ("adoro o seu trabalho"), que soa como abordagem em massa. Oferta na primeira mensagem, que transforma a conversa em venda antes de existir conversa. E áudio que a pessoa não pediu, que invade. Se algo precisar de voz, pergunte antes se ela prefere áudio.

O plano de ação

Todas as tarefas que saíram da sessão, por frente. As marcadas como prioridade destravam as outras, comece por elas. O que você marcar fica salvo neste navegador.

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